Disse-lhe que a amava:
/*Amo-te! Amo-te! Amo-te!*/
Tentei dizer mais forte:
#Amo-te! Ouça-me, por favor!
Ela não ouviu, nem interpretou...
Ah, máquina! Por que és tão cruel?
Tentei dizer novamente:
;Será que jamais ouvirá algo de mim?
Nenhuma resposta.
//Responda! Ao menos diga se me ouve!
...
Minha musa, igual à máquina...
Por mais que eu tente dizer,
As palavras nunca chegam,
Nunca chegam a ser interpretadas...
Jamais fogem do comentário
Ríspido, binário, recôndito;
Exclusivamente cerebral.
24 de março de 2009
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