20 de dezembro de 2006

Metamorfose




Filosofias de Ônibus Parte I

Metamorfose

Boa noite caro leitor!

Gostaria de lhe dizer que, apesar do título, este texto não trata-se de Kafka, tampouco trata-se de Ovídio.

Essa metamorfose que quero abordar, trata-se único e exclusivamente daquela que circunda nossos mundos. Aquela metamorfose constante que faz nós sermos o que somos.

Aquela adquirida pelo convívio e admiração por outros seres (será que Narciso sofreu essa metamorfose?).
Não é uma mudança física, mas algo transcendental, ao passo que pode ser algo pífio.

É aquela que todo estudante da 'Federal' certamente diria que experimentou, seja em grandes (como o caso do autor) ou em pequenas proporções.

Ela tem um caráter bem ligado à 'influência social' de Rousseau ou mesmo à 'ação social' weberiana. Até porque se não houvesse a sociedade, essa metamorfose passaria a se chamar de evolução...

Ela, também, possui um caráter bem heraclitano, pois representa acima de tudo, o dinamismo - principal coisa apregoada por Heráclito.

Não fosse por ela, este texto que você, caro leitor, está lendo, jamais existiria. (Confesso que isso seria uma maneira bem negativa de eu dizer o quão boa é essa metamorfose).

Como já dizia Raul: "Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...".

Enfim, eis que o texto se findou.

Com relação à imagem. Ele é o Kefka, bobo da corte do império de Gestahl do Final Fantasy VI, ao sofrer experimentos diretos com magicite ele acabou perdendo os resquícios de sanidade que tinha. Isso o fez cruel e sem escrúpulos.

Bem, aparentemente nenhum assunto em comum, na realidade essa foto foi escolhida porque o tema do Kefka chama-se 'Metamorphosis' (representando sua mudança de bobo da corte para um quase deus terreno).

Bem, despeço-me de você leitor com um pedido de desculpas e um conselho (por falar nele...): "Obrigado por tudo, mas acho que você deveria aproveitar melhor seu tempo..."

Até mais!

PS: O motivo pelo qual eu ter escrito sobre isso é porque eu estava pensando a respeito das mudanças sintáticas que tive desde quando adentrei à instituição federal de ensino. Bem pífio, como o conteúdo.

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