27 de setembro de 2007

Soneto ao Esquizofrênico

Jovenzinho, devia ter seus dez anos
Mente fértil, uma vida de planos
Quando deparou-se com algo vil
Um cadáver pálido no chão viu.

Por mais que tentasse gritar, falhava
Estavam ele e o corpo em sua frente
Imóvel corpo do jovem tremente
Que cada vez mais se horrorizava.

Até que finalmente conseguiu
Mover-se do local, trazer ajuda
Mas não notou que o que lhe afligiu

Deixou seqüelas e sua mente muda
A cândida inocência fez-se impura
Jovenzinho conheceu a loucura!

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