10 de fevereiro de 2009

Lírica Desaparecida

Lírica maldita que se mantém,
Longe, distante, de minha mente hostil,
Foge, como vítima do covil,
Como minha alma foge de alguém.

Foge maldita do que não convém,
Mas talvez saiba da necessidade:
Enganar-se, esconder-se da verdade,
Pois, fraca, fez-se da norma refém.

Lírica tristonha que, desgastada,
Reduz seus versos a cinzas, a nada,
Perde-se totalmente em meio à bruma.

Desvanece em névoa, dissimulada,
Leva consigo uma alma desgraçada
Que não existe mais em parte alguma!

Um comentário:

Solfer disse...

Que fofinho! Não entendi nada! Vc podia fazer um laboratorio de sombras 4 dummies ^^
tipo, com um portugues do gueto^^