Como de todo ser humano, estrume
Que nossas mentes adubam, costumes:
Parvoíce, estupidez, tradições
Guarnecidas de absurdas acepções
Porém, como todo tolo padrão
A execução suma de rituais
Dos mais elaborados aos banais
Não passam duma zoomorfização
O ser humano como um mero cão
Que senta, aceita e sujeita-se a ordens
Cães, todos que ladram e sequer mordem
Cadáveres jogados, sem reação
Não passam de pesos mortos ao mundo
Seres pútridos, fétidos, imundos...
29 de outubro de 2007
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