Mãos trêmulas
Um gélido olhar
Ao pálido corpo
Que viria encontrar
Uma morte rápida!
Era o que queria
Sem medo, sem dor
Sua total fantasia
Um pulo, apenas um pulo
A gravidade faria todo o resto
Um nada, um zero, um nulo
Não haverá falta, não presto
O que pode-me melhor ser
Do que a morte para viver?
Insanidade!
12 de julho de 2007
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